as tuas notas…
fazem me lembrar um picapau
ele como tu, era refugiado das teias do palma
ele como eu, perdeu o precioso tempo
cultivando o mistério
sem sentido
•Setembro 24, 2008 • Deixe um Comentáriosexto sentido
•Setembro 21, 2008 • 1 Comentárioquem és tu
que me roubas o protagonismo
em busca de fácil hedonismo
à procura de um papel sem sentido
sexto sentido
quem és tu
que me deixas sem explicação
sem o carácter do teu odor
distante do teu original sabor
do que sumptuoso quero ver
do que agridoce posso ouvir
para algo cruel poder sentir
quem és tu rainha da intuição?
sou o ferido que perdeste na batalha
•Setembro 15, 2008 • 1 Comentárioera o que mais queria…
não tenho muito para oferecer
nada mais tenho para levares
posso morrer no teu céu
viver no meu inferno
sou o ferido que perdeste na batalha
não fiques por perto
entre árvores de betão
não és meu problema
quando quiseres uma arma
não me procures
sou o ferido que perdeste na batalha
quando pedires ajuda,
escondida na imaturidade
em tempos mágica
peço-te a sangue frio
larga-me novamente os teus cães
pois sou o ferido que perdeste na batalha
a frase
•Setembro 15, 2008 • Deixe um Comentárioesta manhã, da viagem para o trabalho, ficou uma frase:
“como no programa da Lucy, vamos de peito aberto!” in caixilhos e laminados
o verão acabou!
•Setembro 2, 2008 • 1 Comentárioo verão acabou! ok, ainda não oficialmente mas, a melhor parte do verão acabou!
as festas na praia perdem o seu lugar para os jantares entre amigos.
os festivais são substituidos pelo coliseu e a casa da musica.
os bikinis no chão do quarto dão lugar aos cachecois, casacos, botas, calças de ganga e lingerie no chão do quarto.
deste verão, guardo memória de um grande concerto. Melhor, um dj set!!!
sobre a noite passada…
•Agosto 29, 2008 • 1 Comentáriosobre a noite passada não há muito a dizer.
vamos ver se nas proximas haverá algo para contradizer.
feist na rua sésamo
•Agosto 28, 2008 • 3 ComentáriosVer Leslie Feist com uma versão educativa de “1,2,3,4″ na rua sesamo é…lindo!
Depois disto, nada fará o meu dia correr mal!
Baci
new york, new york
•Agosto 27, 2008 • Deixe um Comentáriocomecei um jogo
mas a piada fui eu
andei à pancada
mas o usado venceu
tornei-me indesejável
para quem importa
é um exercício que me torna robusto
talvez menos
talvez mais
da rude degustação fica o abraço
do repasto fica o embaraço
god is an american
•Agosto 22, 2008 • Deixe um ComentárioA violencia faz parte do nosso dia a dia! tornou-se banal, vulgar! Infelizmente é um facto que veio para ficar! São bancos assaltados, carjacking, etc. Nos media fala-se de pessoas mortas como se numeros fossem.
Recordo-me de “i’m afraid of americans” de David Bowie.
É só um titulo! A culpa não é dos americanos! É do mundo!
…mas não tenham duvida…god is an american!!!
new york
•Agosto 19, 2008 • 5 ComentáriosSeguindo o hábito de colocar alcunhas às mulheres da minha vida, a ti chamo-te new york e sabes bem porquê.
No domingo fechamos um ciclo! Foi giro, ajudou ao ego de ambos… acabou!
Deixo-te dois dos três desabafos que escrevi para ti.
O outro, a seu tempo sairá do ventre paterno!
É a vida!
A vida é imprópria!
Ainda ontem soltava palavras e indagava por uma luz,
Procurava em mais ou menos desconhecidos, algum fulgor para escrever,
e fintava olhos nos olhos o espelho, num desejo de notar…
Hoje tudo mudou.Tens esse efeito em mim!
Três quartos de hora contigo parecem uma vida.
Uma vida contigo seria imprópria!
O que dava por uma vida inadequada, indecorosa e inoportuna?
mas… a vida, já é assim!
Sem melodramas ou histerias
Sei que gostas da minha companhia,
saboreias da minha sensata e madura palavra,
toleras a minha certeza e simpatizas com a minha tranquilidade.
Para além disso, já contaste às tuas amigas sobre mim.
Sentes uma aproximação singular ao que faço, sinto e digo.
Partilhamos sonhos, objectivos e tesões.
Não leste o principezinho,
por isso, nada fazes para me cativar.
Usas o tempo, que não controlas, como desculpa
desculpas-te a tempo, com a falta de controlo
e controlas com desculpas o tempo comigo.
Não tenho tempo para melodramas,
e deixei as histerias alguns aniversários atrás.
O que queres de mim?
